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Para entender os movimentos sociais

17 de Maio de 2016

Lançamento mais que bem-vindo aos dias de hoje, Protesto, de James M. Jasper, procura entender o impacto que os movimentos sociais têm nas vidas de todos nós, e funciona como um guia das manifestações que acontecem ao redor do mundo.

 


Usando como referência movimentos que deixaram sua marca no mundo, Jasper explica os principais conceitos e dilemas comuns dos grupos que se engajam em causas diversas. Aborda questões como recrutamento, tomada de decisão, infraestrutura e fala sobre os diferentes contextos em que manifestações podem surgir.  Para o autor, para entender como esses grupos funcionam é essencial compreender os significados culturais também produzidos por eles.
 

O protesto nunca vai terminar, a menos que, por milagre, o mundo se transforme num lugar perfeito. Até lá, os manifestantes serão aqueles que vão apontar os problemas e exigir sua solução.”    
 

Leia um trecho do livro 
Leia também: "Começando a explicar os próximos 50 anos" - Jornal Destak
 

 

Redes de indignação e esperança, escrito pelo sociólogo espanhol Manuel Castells, principal pensador da sociedade conectada em rede, examina movimentos como o Occupy e a Primavera Árabe e parte para uma análise surpreendente das características desses movimentos: conexão e comunicação horizontais; ocupação do espaço público urbano; criação de tempo e de espaço próprios; ausência de lideranças e de programas; aspecto ao mesmo tempo local e global. Todas essas características, segundo Castells, sido propiciadas pela internet.


Lá vem todo mundode Clay Shirky, mostra como as ferramentas virtuais inverteram de certa forma a balança de poder, dando a indivíduos a capacidade de tomar decisões em grupo sem a intermediação de organizações tradicionais. Shirky também analisa também como a web tornou possível compartilhar informações, produzir conhecimento de maneira colaborativa e planejar ações coletivas de grande porte sem a intervenção de empresas, partidos políticos ou igrejas.

Também escrito por Clay Shirky, A cultura da participação explica como podemos explorar da melhor maneira possível a tecnologia e as redes sociais e, como essas ferramentas que mudaram tão drasticamente a maneira como usamos nosso tempo livre podem gerar uma fonte inesgotável de recursos para melhorar o mundo. 

  

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