Zahar

Blog da editora

Entrevista: Charles Quest-Ritson

03 de Outubro de 2012

Em seu livro, você afirma que ainda há muito o que aprender sobre os azeites. O que você acha que ainda falta?

Os consumidores precisam entender as grandes escolhas que estão disponíveis para eles, e a usar diferentes azeites, de acordo com os pratos que planejam comer

No Brasil é comum comprarmos azeites vindos de outros países. Mas, como os azeites se deterioram com rapidez, o que o senhor aconselha?
Bons azeites estão, claro, disponíveis no Brasil. Vocês são um mercado importante e que ainda vai crescer nos próximos anos. Frescor é muito importante. Eu acredito que todos os importadores de azeite de oliva deveriam insistir em receber apenas azeite extra virgem e apenas azeites jovens, da última colheita.

Você acredita que, com esse guia, mesmo as pessoas que não entendem nada de azeite, vão aprender a reconhecer os bons?
Uma pessoa precisa de um pouco de experiência para saber o que é bom e o que não é – assim como o vinho. Mas a partir do momento que você prova um delicioso, fresco e frutado azeite de oliva, você vai entender imediatamente como é diferente de um azeite ruim e nunca mais vai querer consumir novamente azeite rançoso.

Você conhece algum produtor brasileiro de azeite de oliva?
Os azeites brasileiros estão entrando no mercado e fui informado de que os melhores deles são realmente muito bons. Estou buscando prová-los. Eu admiro muito a energia brasileira, espírito e vontade de experimentar.
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