Zahar

Obras como Revisor Técnico
Guia ilustrado Zahar de filosofia
A República de Platão
Café Philo

Danilo Marcondes

É doutor em filosofia pela Universidade de St. Andrews, é professor titular do Departamento de Filosofia da PUC-Rio (que dirigiu entre 1986-89) e professor associado do Departamento de Filosofia da UFF. Foi também vice-reitor acadêmico da PUC-Rio (1999-2007). Com mais de trinta anos de experiência no magistério, é autor de sucessos editoriais como Textos básicos de filosofia; Dicionário básico de filosofia (com Hilton Japiassú); Iniciação à história da filosofia; Textos básicos de ética; e Textos básicos de linguagem, todos publicados pela Zahar. Escreveu ainda Language and Action: A Reassessment of Speech Act Theory (Londres, John Benjamins, 1984).

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Comentários

Francisco

Antes de mais, agradeço-te pela dedicação e capacidade intelectual que expõe os contéudos. Sou estudante de Filosofia, preciso de biografia completa, isto é ,vida e obra de John Langshaw Austin.

18 de Agosto de 2015

Giulia

1) Por que para Nietzsche é necessária uma crítica da tradição quanto aos valores morais? 2) Como Nietzsche entende que tal análise deve ser feita? 3) Como ele caracteriza os “preconceitos dos fi lósofos”? 4) Qual a crítica de Nietzsche ao objetivo dos fi lósofos de “fundamentar a moral”? 5) Como se pode entender o “método genealógico” de Nietzsche?

16 de Novembro de 2015

Fernando Barral

Olá, Giulia! Já que estamos num debate aberto, vamos debater! ;) Creio que para responder sua questão sobre Nietzsche necessitamos considerar o anúncio e advento do super-homem. Esse ser, dotado de virtude, ganharia corpo através do espírito dionisíaco, também presente nas tragédias gregas. Para Nietzsche, devemos recuperar uma certa irracionalidade e emotividade marcadamente gregas. A moral nesse caso seria proveniente do espírito dionisíaco e não do encarquilhado movimento cristão. Ça vas? Warm regards, Fernando.

03 de Fevereiro de 2017

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